Reprodução: Revista Ferroviária
Cinco consórcios apresentaram proposta para construção do
monotrilho que vai ligar a estação São Judas (Linha Azul do Metrô) ao Aeroporto
de Congonhas, com 18 km e 19 estações. Uma juíza de São Paulo concedeu liminar
a Associação de Moradores local para impedir a assinatura do contrato, mas isso
ainda não paralisa o processo licitatório.
Os interessados no projeto, construção, fabricação,
fornecimento e implantação do sistema são o Metropolitano – formado pela Delta
Construções, Trana Construções e Itamin Transportation; Monotrilho Integração –
integrado por Andrade Gutierrez, CR Almeida, Scomi Engineering e MPE; Linha
17-Ouro – com Odebrecht, Camargo Correa, Hitachi, Mitsubishi e Iesa; Expresso
Monotrilho Ouro – da Queiroz Galvão, OAS, Bombardier do Canadá e do Brasil;
e Gold Monorail Consortium (Trends, Constran,
Mendes Junior, China National e ChangChun Rail Vehicles.
Os grupos entregaram os documentos de habilitação e as
propostas comerciais. O Metrô irá avaliar os documentos e divulgar o resultado
da fase de habilitação e abrir as propostas comerciais. A licitação é do tipo
menor preço e o valor estimado para o projeto é de R$ 1,37 bilhão.
A Linha 17-Ouro terá 18 km de extensão, com 19 estações:
Jabaquara; Hospital Sabóia; Cidade Leonor; Vila Babilônia; Vila Paulista;
Jardim Aeroporto; Congonhas; Brooklin Paulista; Vereador José Diniz; Água
Espraiada; Vila Cordeiro; Chucri Zaidan; Morumbi; Granja Julieta; Panambi;
Paraisópolis; Américo Mourano; Estádio Morumbi; São Paulo-Morumbi. A Linha
seguirá o traçado das avenidas Roberto Marinho, Nações Unidas, Perimetral e
João Jorge Saad, entre outras. A
previsão é atender cerca de 230 mil pessoas/dia, mas enfrenta resistências
entre os moradores da região de classe média alta do bairro paulista do
Morumbi.








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