Reprodução: Radar on-line, Veja.com.br
Se concretizada de fato, a possibilidade de a Globo não
participar da concorrência que o Clube dos 13 fará em março pelos direitos de
transmissão dos Brasileirões de 2012, 2013 e 2014 (leia mais detalhes na nota
postada no sábado, às 4h31), será o primeiro basta da emissora a leilões que a Record tem
obrigado a líder de audiência a entrar nos últimos anos, inflacionando seus os
custos.
São leilões quase sempre relacionados a eventos esportivos.
É uma espécie de fatura alta que, na avaliação da cúpula da Globo, só a Record
tem a ganhar: internamente, a Globo afirma que a emissora de Edir Macedo não
tem compromisso em propostas que equacionem rentabilidade e custo por causa da
ajuda da Igreja Universal. Por isso, a Record poderia sempre fazer ofertas mais
altas, inflacionando de modo irreal qualquer concorrência. “Nós vivemos de
receitas publicitárias, eles têm também a Universal”", diz um diretor da
Globo.
Na reunião que terá nesta semana no Clube dos 13, a Globo
detalhará essa posição. Dirá que sua disposição de não participar de um leilão
com preço mínimo de 500 milhões de reais para os direitos de TV aberta não é
ameaça nem estratégia de negociação – é uma decisão tomada (aliás, foi decidida numa reunião da qual participou
inclusive a família Marinho). Simplesmente por que, as contas não fecham, não
se pagariam com a venda de publicidade. Será que a Globo conseguirá fazer o
Clube dos 13 voltar atrás?
Nota do blog
Veja também: Globo pode dar adeus ao Brasileirão
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Um comentário:
O choro é livre. O fato é que há demanda pelos preços. Isso não é problema do Clube dos 13, muito pelo contrário.
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