Reprodução: Máquina do Esporte
Guilherme Costa
O título de capitalização É Gol, criado pela Caixa Seguros e
promovido pela TV Record, não oferece risco para os times que participam do
projeto. Em contrapartida, a receita destinada a eles depende do volume de
vendas. Essa lógica motivou algumas equipes a montar um plano de marketing específico
para o projeto. No São Paulo, por exemplo, isso envolverá a exposição do nome
do produto na camisa.
Ainda não está definido em que jogo isso acontecerá, mas o É
Gol ocupará a manga do uniforme tricolor em uma rodada do Campeonato Paulista
de 2011. O São Paulo não cobrará nada por essa publicidade.
Outro time que já movimentou seu departamento de marketing
para promover o título de capitalização é o Internacional. A equipe gaúcha
pretende encartar papéis do É Gol em sua revista de sócios-torcedores.
A ideia do Internacional é que essa ação fará com que o
título se torne mais conhecido entre os sócios. A partir disso, um contingente
desse grupo poderia consumir frequentemente o produto.
Esse tipo de ação de promoção do título de capitalização
depende exclusivamente das equipes. Elas recebem 50% do valor do resgate de
cada unidade com seu escudo que for comercializada – o É Gol será vendido em
lotéricas, e cada unidade custará R$ 6.
O É Gol tem modelo de negócio similar ao da Telesena, título
de capitalização que o SBT popularizou na década passada. Até o momento, 29
times já aderiram ao projeto. O Flamengo também tem acerto verbal com a
organização, mas ainda não assinou contrato.








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