Reprodução: Portal 2014
Entre outras pendências, tubulações da empresa impedem
início das obras do estádio de Itaquera
| Imagem: Agência Petrobras |
São duas tubulações que, entre outras pendências, impedem o
início das obras da arena corintiana, indicada pelo Comitê Organizador Local
(COL) para a abertura da Copa de 2014. Segundo a empresa, a opção mais viável é
o desvio dos dutos.
“A Transpetro e representantes do Corinthians vêm realizando
reuniões no intuito de estabelecer alternativas que viabilizem o remanejamento
dos dutos Osvat 22 e Osvat 24 em tempo hábil para as obras do estádio. Até o
momento, a principal opção em estudo é a construção de um desvio nas tubulações
para uma área adjacente. As discussões ainda estão focadas em aspectos técnicos
e não contemplaram questões relativas a custos da obra”.
A Transpetro, porém, não informa se tubulações podem ser
desviadas até 1º abril, data marcada para o início da terraplanagem, nem se
esta fase da obra pode começar sem as intervenções. Além disso, a empresa
também não informa quem pagará pelo desvio.
Relatório publicado ontem pelo Portal 2014 (acesse aqui)
aponta a cidade de São Paulo como a mais atrasada em relação ao estádio. As
tubulações da Transpetro são apenas um dos empecilhos. Pendências burocráticas
e indefinições sobre quem bancará a ampliação para 65 mil assentos (mínimo para
a abertura), continuam travando o empreendimento.
De acordo com o Plano Diretor de Dutos (PDD) da Petrobras,
que prevê o remanejamento de diversas tubulações que cruzam a cidade de São
Paulo, os dutos de Itaquera serão desativados somente a partir de 2014.
As tubulações do terreno do estádio transportam óleo
combustível e outros derivados do petróleo. Ficam em área chamada de faixa de
domínio, que impede qualquer tipo de obra em sua superfície com o objetivo de
proteger os canais e assegurar espaço para eventuais manutenções.
Comentário do blog
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É importante observar que segundo a matéria, a negociação
ainda esta na fase técnica. Quem vai pagar a conta ainda não foi discutido.








4 comentários:
advinha quem vai pagar a conta... eu... vc... o anonymous... rs...
Pelo pouco que entendo desse negócio, ele não é tão rápido assim. Define-se o trajeto as especificações (tubulações e conexões). Dai encomenda-se o material para o fabricante. Não se encontra este tubos nas prateleiras dos fornecedores. Com a previsão de entrega inicia-se a abertura das valetas, onde será enterrada tal tubulação. Instalada a tubulação está tem que ser testada (teste de estanqueidade) com a tubulação ainda exposta, para dai sim autorizar seu reaterro. Novo teste de estanqueidade e liberação para o uso. A obra, da abertura de valetas em diante, somente poderá ser executada após a obtenção de um Laudo Ambiental liberando o terreno adjacente para tal uso. Após a execução das obras a Transpetro deverá fornecer uma certidão dizendo que não existe mais uma faixa de proteção, faixa 'non aedificandi', em torno da tubulação atual (no terreno do 'istádio') que será averbada em Cartório, removendo assim esta restrição. Sem esta restrição é possível dar seqüência na aprovação do projeto de construção para a obtenção da Licença de Obras. Isto tudo não é feito em um mês. Precisa-se das especificações do trajeto e da tubulação, orçamento e compra da tubulação, licença ambiental para intervir no terreno adjacente, executar e testar a nova tubulação, fornecer certidão para remoção da restrição da tubulação no terreno do 'istádio'.
Qualquer coisa é bom lembrar que a Dilma, de fato e de direito, não manda de qualquer forma no Ministério Púnlico Federal, assim como Alckman no Ministério Público do Estado de São Paulo.
http://espn.estadao.com.br/copadomundofifa/noticia/179013_BLATTER+NAO+CONFIRMA+ITAQUERAO+PARA+ABERTURA+E+MANDA+RECADO+A+POLITICOS
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