Reprodução: Blog do Perrone
Caso derrote a oposição na Justiça e faça valer sua nova e
polêmica vitória nas urnas, Juvenal Juvêncio terá como um de seus desafios
manter a diretoria unida, principalmente depois do primeiro ano da nova
administração.
A decisão do presidente são-paulino de forçar seu terceiro
mandato sufocou os poucos que desejavam se candidatar agora. Tiveram que adiar
o sonho por três anos. Só que o projeto deles vai atravessar os planos de gente
mais jovem, que se programou para disputar a próxima eleição.
Assim, dentro da própria diretoria existirão diferentes
pré-candidatos, o que representa chance constante de atritos. Entre os que
gostariam de se candidtar agora está o vice de futebol Carlos Augusto de Barros
e Silva.
Júlio Casares, vice de marketing, é um dos membros da ala jovem e deve despontar como candidato. É
a mesma situação de Marco Aurélio Cunha, que se desligou da diretoria no início
do ano mas não se alinhou com a oposição.
Falta muito tempo para a próxima eleição. Mas a necessidade
de cada pré-candidato de se firmar como o sucessor natural do atual presidente
sugere uma convivência difícil entre eles. É provável que quem se sentir
preterido crie um novo grupo de oposição, já que o atual respira por aparelhos.
Outro fator pode encorajar deserções no grupo de Juvenal
quando a eleição estiver mais próxima. É o iminente julgamento de uma antiga
ação movida pela oposição a favor de os sócios votarem. Entre os associados a
influência do presidente é menor do que no Conselho Deliberativo.
O voto dos sócios seria secreto. No Conselho, as cédulas são
nominais, o que dificulta traições e ajuda a explicar o motivo para muitos
situacionistas votarem em Juvenal apesar de serem contrários ao terceiro
mandato.
Comentário do blog
Como se vê na matéria acima, a ala alinhada a Juvenal Juvêncio
já esta se mexendo e apresentando possíveis candidatos, e penso que a oposição
deveria seguir o mesmo caminho e se articular a partir de agora, para que na
próxima eleição tenha argumentos, e principalmente candidatos, mais fortes. Não aditará nada
cruzar os braços e depois, quando o pleito estiver próximo começar a
choramingar.
Quanto ao voto direto dos associados, tenho minhas dúvidas
se isso seria benéfico para o futebol profissional do clube uma vez que 50% dos
associados torcem para outras equipes, e mesmo aqueles que são São Paulinos podem
ter interesses conflitantes por morarem na região próxima ao estádio.








Nenhum comentário:
Postar um comentário